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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Polícia Militar da Bahia ameaça entrar em greve na Copa


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Após assembleia realizada nesta quinta-feira (9), os policiais militares da Bahia decidiram oferecer ao Governo do Estado o prazo de 30 dias para implementar três reivindicações da categoria. A primeira é a revogação e alteração imediata dos artigos quinto e segundo do decreto Estadual, publicado semana passada, que estabelece os representantes da Comissão de Modernização da PM. Segundo o líder do movimento, Marcos Prisco, essa comissão não prevê a participação das entidades classistas.
A segunda reivindicação da categoria é o fim imediato da escala por ciclo de período imposta pelo Governo. “A escala só prejudica os militares. É preciso por fim imediatamente enquanto se repensa um novo modelo. Eles trabalham 20, 40 e até 60 horas a mais do que é previsto por lei. Um absurdo!”, afirmou Marcos Prisco. E a última reivindicação é a mudança do reajuste dado pelo Governo ao funcionalismo público. “Eles devem equiparar o nosso soldo ao salário mínimo e depois aplicar o reajuste. Não podem retirar da GAP IV o valor para equiparar ao soldo como foi feito nos últimos cinco anos. É direito adquirido”, concluiu Prisco.
Caso o governo não atenda essas demandas dos policiais militares, a categoria poderá deflagrar greve por tempo indeterminado no mês de junho. Essa greve, além de causar sérios transtornos à população, afetaria diretamente a realização da Copa das Confederações.

Ibahia

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