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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Mais uma mulher morre eletrocutada ao fazer chapinha no cabelo

Corpo de manicure de 22 anos foi encontrado dentro de casa, em Goiânia. Ela ainda segurava o equipamento, que estava ligado na tomada. Há uma semana, outra mulher morreu no interior de São Paulo, pelo mesmo motivo.
Uma manicure de 22 anos morreu após levar um choque em uma chapinha para alisar cabelo, em Goiânia, segundo a perícia. Kariny Matias Pires, de 22 anos foi encontrada por vizinhos, no chão da casa onde morava, com o equipamento na mão, na tarde de quarta-feira (25).
O perito Geraldo Pereira Armondes esteve na casa, no Setor Cidade Jardim, e constatou que a vítima levou uma descarga elétrica de 220 volts, provavelmente porque o botão de liga e desliga estava sem a capa de proteção. O aparelho foi encontrado ligado. “Com certeza ela levou um choque elétrico, porque continuou o contato do dedo com um fio desencapado do instrumento”, explicou.
 Também foi vítima. Mulher morre eletrocutada ao fazer chapinha nos cabelos

Proprietário do imóvel, o pastor Zacarias Alves disse que a manicure mudou-se para a casa dos fundos há menos de um mês, com a mãe e a filha de 7 anos. No entanto, ela estava sozinha quando foi encontrada. “Meu neto mora no fundo também, e do barracão dele viu ela caída, porque a porta estava aberta. Ele ligou para a polícia na hora”, relatou o pastor. O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).



Morte em Várzea Paulista há uma semana

Outra mulher, de 30 anos, morreu enquanto alisava os cabelos com uma chapinha na noite desta quinta-feira (19), em Várzea Paulista (SP). De acordo com a polícia, a suspeita é que a maquiadora e hairstyle, Cristina Barbosa Marcolino, pode ter sido vítima de uma descarga elétrica ao usar o aparelho sem sapatos e com o chão molhado.
A vítima foi encontrada pelo pai já desacordada nochão do banheiro da casa onde morava. Em seguida, foi encaminhada ao hospital de Várzea Paulista. De acordo com informações da polícia, ela já chegou sem vida à unidade hospitalar da cidade. Segundo o delegado Antônio Dota Junior, o caso será investigado. Porém, o delegado acredita que foi um acidente. “Tudo indica para uma fatalidade, pelo histório, por causa de ter sido o pai a encontrar o corpo e encaminhar ao hospital”, explica o delegado que, ainda, não descarta a possibilidade de uma falha no aparelho ou mesmo na rede de energia elétrica. “Iremos apurar o que aconteceu e as reais causas que levaram a descarga elétrica”, frisa.

Ainda não se sabe se ela sofreu uma parada cardíaca em decorrência do choque. Dota Junior explica que pretende iniciar as investigações o quanto antes, porém vai respeitar o momento da família que está muito abaladacom a morte. “Já combinei com os familiares da vítima de comparecerem na delegacia depois do velório e, inclusive, vão trazer o aparelho. Vamos apurar se houve uso de forma irregular ou problema na chapinha. Mas, por enquanto, precisamos respeitar esse momento”, ressalta Dota.
 
g1

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