Literalmente destruído. Foi assim que ficou o escritório local da Embasa após a manifestação aparentemente pacífica que aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (25). Moradores de vários bairros da cidade protestaram em frente ao escritório da empresa para cobrar providências em relação a falta de água na cidade.
A cidade vem sofrendo com a falta d` água desde que a represa que abastece a cidade ficou tomada por plantas aquáticas e cheia de lama. Outro fator que torna a situação mais crítica é a falta de interesse da própria empresa de manter a limpeza do local bem como a troca de canos que conduzem a água até os reservatórios. Muitos ainda são de amianto.
De acordo com especialista, canos, caixas d’água e telhas podem expor consumidor à fibra de amianto, sujeitando-o a desenvolver tumores no pulmão e no aparelho digestivo.
Segundo informações, a água que vem da nascente do Rio Jundiá, foi desviada e não chega como antes até a represa. Como se não bastasse, há alguns meses não tem chovido o suficiente para encher a barragem e o leito do pequeno córrego (como se tornou o rio), está completamente tomado por plantas, dificultando ainda mais a chegada da água na represa.
Mais cedo, a Embasa enviou um comunicado acerca da falta de água.
O QUEBRA QUEBRA
O tumulto se deu minutos após a queima dos pneus quando alguns manifestantes começaram a gritar e a jogar pedras. Eles adentraram o local ainda fechado, quebraram portas e janelas e todo o material de trabalho do escritório como mesas, cadeiras, computadores, etc.
Os funcionários que estavam no local no momento do ocorrido, ficaram encurralados mas, conseguiram sair ilesos. O gerente Dênis Meira conseguiu escapar dos manifestantes pelos fundos.
A Polícia Militar e a Guarda Municipal estiveram presente durante todo o tempo, mas foi impossível conter a multidão que passava de 300 pessoas. Ninguém foi preso.
Segundo Dênis, um Boletim de Ocorrência será registrado na manhã dessa terça-feira (26) para apurar o caso e algumas pessoas deverão prestar depoimento a Polícia.
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CREDITOS:Itarantim Online








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